MomenTUm
"A coisa mais bela que podemos experimentar é o mistério.
Essa é a fonte de toda a arte e ciências verdadeiras."
( Albert Einstein )
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Razões
Aprendi.. Que não sei quase nada... Que sempre precisarei aprender... Que a vida é muito curta... E que não a tempo a perder... Percebi... Que nem tudo é possível... Que às vezes é difícil sorrir... Que a vida faz jogo duro... Mas que eu não vou desistir... Entendi... Que quando eu sofro eu aprendo... Que a dor me ensina a viver... Que a vida é um lindo caminho... Ao qual iremos crescer... Descobri... Que não é fácil viver... Que o destino nos reserva a dor... Mas que a tristeza termina... Onde começa o amor !! Este sorriso que trago sempre no rosto é uma marca registrada!
Desconheço a autoria.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Sabedoria de Samurai
Conta-se que, perto de Tóquio, capital da Japão, vivia um grande samurai.
Já muito idoso, ele agora se dedicava a ensinar o zen aos
jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar
qualquer adversário.
Certa tarde, apareceu por ali um jovem guerreiro, conhecido por
sua total falta de escrúpulos. Era famoso por usar a técnica da provocação.
Utilizando-se de suas habilidades para provocar, esperava que
seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de inteligência e
agilidade, contra-atacava com velocidade fulminante.
O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.
Assim que soube da reputação do velho samurai, propôs-se a não
sair dali sem antes derrotá-lo e aumentar sua fama.
Todos os discípulos do samurai se manifestaram contra a ideia,
mas o velho aceitou o desafio.
Foram todos para a praça da pequena cidade e diante dos olhares
espantados, o jovem guerreiro começou a insultar o velho mestre.
Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto,
gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu
sereno e impassível.
No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso
guerreiro retirou-se.
Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado calado tantos
insultos e provocações, os alunos perguntaram:
Como o senhor pôde suportar tanta indignidade?
Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a
luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?
O sábio ancião olhou calmamente para os alunos e, fixando o olhar
num deles lhe perguntou:
Se alguém chega até você com um presente e lhe oferece mas você
não o aceita, com quem fica o presente?
Com quem tentou entregá-lo, respondeu o discípulo.
Pois bem, o mesmo vale para qualquer outro tipo de provocação e
também para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre.
Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava
consigo.
Por essa razão, a sua paz interior depende exclusivamente de
você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, se você não o permitir.
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Sempre que alguém tentar tirar você do sério, lembre-se da sábia
lição do velho samurai.
Lembre-se, ainda, que seus atos lhe pertencem. Só você é
responsável pelo que pensa, sente ou faz.
Só você, e mais ninguém, pode permitir que alguém lhe roube a paz
ou perturbe a sua tranquilidade.
Foi por essa razão que Jesus afirmou que só lobos caem em
armadilhas para lobos.
Assim, aceitar provocações ou deixar que fiquem com quem nos
oferece, é uma decisão que cabe exclusivamente a cada um de nós.
Pensemos nisso!
Desconheço a autoria .
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Lua Adversa
Tenho fases, como a lua.
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha.
Fases que vão e que vêm
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.
E roda a melancolia
seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases, como a lua)
No dia de alguém ser meu
não é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia,
o outro desapareceu...
Cecília Meireles
Primeiro Encontro !
"Todos os primeiros encontros são decepcionantes, todos!". Foi isso que ouvi uma amiga cuspir na minha orelha com toda fúria enquanto víamos uma exposição na Casa das Rosas.
- Se você está numa vibe romântica - continuou ela, irritada -, o cara fica cortando sua onda. Se você quer transar com ele, ele fica apavorado para que você não se apaixone. Se você fica nervosa porque vai encontrá-lo, ele diz que isso é fruto de uma alta expectativa. Se você diz que não faz questão de jantar com vinho e velas, ele diz que você não está dando a atenção que ele merece. Não dá pra vencer esse jogo!
Enquanto ouvia os detalhes da sua mais recente aposta afetiva, fiquei pensando... Talvez o grande problema dos primeiros encontros esteja antes de sair de casa, nas conversas que foram travadas entre vocês, esteja na linha com que a mulher (e o homem) costurou esse encontro dentro do seu bestunto.
Mulheres (e homens) saem para um primeiro encontro pensando no que o outro pode lhes dar, nas suas necessidades femininas, nos seus desejos, nas suas carências e frustrações. É como se houvesse uma fumaça ora rosa-choque, ora negra, a lhes envolver, uma fumaça que as induz a exigir que o gajo em questão supra suas carências (de preferência todas) e sane suas frustrações (de preferência todas). E de preferência na primeira noite.
Sei que, colocado desse modo, parece um desastre anunciado. E é! Não há possibilidade de que algum prazer, qualquer prazer, ecloda daí.
Minha amiga me pergunta o que, na minha sacrossanta opinião, seria um bom primeiro encontro. Por conta da sua ironia mal disfarçada, a convido para um café (vamos adoçar um pouco a moça) e só então digo o que penso.
Um bom primeiro encontro deveria ser uma coroação do amor, mas eu não me refiro a esse amor romântico cheio de taxas sob a forma de elogios, promessas e lugares-comuns.
Uma mulher que sai para um primeiro encontro poderia ter não a preocupação do que aquele homem pode dar a ela, mas, ao contrário, do que ela pode dar àquele homem. E obviamente eu não me refiro a sexo, embora ele possa ocorrer.
Por que não ter como objetivo transformar algumas horas do dia desse homem numa experiência prazerosa? Por que não pensar que talvez haja um náufrago do outro lado da mesa e que esse náufrago queira apenas que alguém entenda isso? Talvez haja um sedento de inteligência, de gratuidade, de bobagens, de compreensão, de silêncio. Talvez haja um homem tão cansado de cumprir papéis quanto você e você vai sair para cobrar dele justamente mais um espetáculo nesse mesmo cansativo papel?
Em vez de querer amor, por que não sair para dar amor? Amizade é amor. Atenção é amor. Ficar em silêncio é amor. Dar as mãos sem a necessidade de nada mais é amor. Emprestar um livro ou um CD especial é amor. Se preocupar com o outro mais do que com você é amor.
Você não tem nenhum controle sobre o que vai receber de alguém, mas tem controle absoluto sobre o que dá, então que tal fazer um uso generoso disso? Saia do seu umbigo de mulher sofrida (qual de nós, não é?) e se doe sem desejar nada além. Experimente pensar com carinho apenas no bem-estar do outro. Quem sabe esse outro não sai de casa com o mesmo intuito? Desse modo, talvez, apenas talvez, possa acontecer um bom primeiro encontro.
texto de Stella Florence.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Mulher verde
Conversando com um velho homem, um jovem desabafou:
" Há tanto tempo venho querendo conhecer uma garota e hoje,
conseguindo falar-lhe por telefone, fiquei decepcionado "
" Mas por que? ", indagou o velho homem.
" Eu lhe perguntei timidamente como ela era
e ela - rindo! - respondeu: sou verde.
" E por que a resposta o chocou? "
" Ora, amigo, ela estava debochando de mim! "
Ouvindo isso, o velho homem pôs-se a falar:
" Meu jovem, você não entendeu que ela
estava se comparando a uma árvore "
" Árvore? Como assim?!? "
" Menino, as mulheres são como as árvores:
Elas fincam raízes no solo dos nossos corações;
Têm paciência e capricho com o próprio crescimento;
Seus braços são poderosos e, ao abraçá-las,
nossos espíritos recebem renovadas energias;
Elas amam e cuidam dos seus frutos, mesmo sabendo que um dia o mundo os levará para longe delas.
Outras - aquelas que não dão frutos - oferecem sua sombra àqueles que necessitam de descanso;
Quando açoitadas por fortes ventos da vida,
elas emanam o perfume da força e da fé,
acalmando-nos, por mais assustadora que seja a noite;
Sua seiva são as lágrimas de dor ou de alegria
quando em presença do machado ofensor
ou do regador daqueles que as amam;
Seus corações vão alto o suficiente para escutarem
mais de perto os recados do céu;
Elas reverdecem as florestas dos homens, as ruas das cidades,
as avenidas, os acostamentos de estradas e as beiras de rios;
Elas entendem o canto dos passarinhos e, mais do
que ninguém, elas valorizam e protegem seus ninhos;
Suportam melhor a solidão e as vicissitudes
que a Vida às vezes nos impõe;
No mundo, elas nascem em maior número para que
o verde da esperança jamais empalideça.
Meu menino, todas as mulheres são árvores,
todas as mulheres são verdes."
Ao final desse relato, refletiu o rapaz:
" Eu tenho um triste jardim no peito:
nele está faltando uma árvore "
... e correu para o telefone mais próximo ...
Texto de Silvia Schmidt
*Humancat*
No livro ' Nossas Raízes '
- direitos autorais reservados -
© 1999 ©
domingo, 30 de janeiro de 2011
Lave sua vidraça
Boa tarde queridos amigos!!
Com é fácil apontarmos os erros dos outros, querer dizer que o outro é que está fazendo errado. Mas, será que muitas vezes não deveríamos refletir e pensar em nossos próprios defeitos?
Hoje trago uma mensagem que nos faz refletir esse aspecto.
Reflitam!!
Um casal, recém-casados, mudou-se para um bairro muito tranqüilo.
Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
O marido observou calado.
Três dias depois, também durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e novamente a mulher comentou com o marido:
Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
E assim, a cada três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:
Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha a deu sabão? Porque eu não fiz nada.
O marido calmamente a respondeu:
Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei a vidraça da janela!
E assim é. Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos. Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir; verifique seus próprios defeitos e limitações. Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos.
Lave sua vidraça!
Abra sua janela!
É amigos!! Que possamos abrir nossa janela e enxergar realmente o que está acontecendo de verdade. Quando for falar a alguém de seu defeito que possamos ser críticos construtivos, no sentido de ajudar esse alguém a crescer, mas acima de tudo devemos olhar primeiramente nossos erros, nosso redor, para que possa arrumar o que é nosso primeiro. Vamos lavar a vidraça?
Desconheço o Autor.
sábado, 29 de janeiro de 2011
O virtual e o real
Hoje ao abrir minha caixa postal,recebi este texto reflexivo sobre o lado virtual e real.
Gostaria de compartilhar esta leitura com vocês,e que opinasssem a respeito.
Bjss de luz
Eliane
Estamos vivendo um período em que dois mundos se confundem: o virtual e o real.
Muitas pessoas, especialmente jovens, adolescentes e crianças, dedicam horas do seu dia no mundo virtual.
Por falta de alguém que lhes oriente ou lhes faça companhia no mundo real, buscam suprir essa carência na Internet.
Batem longos papos... virtuais. Olhos nos olhos? Não. Talvez nem se conheçam.
Trocam abraços apertados, mas não sentem o calor humano.
Enviam flores... virtuais. Sem perfume, sem textura, sem graça...
É um mundo atraente, porque oferece uma grande variedade de opções e exige esforço mínimo.
Nesse mundo, gastam horas e horas sem perceber que o tempo passou.
Sentam-se confortavelmente diante de um microcomputador e viajam pelo mundo... sem sair de casa.
Não é preciso enfrentar problemas no trânsito, nem pagar passagem, nem sofrer com a chuva, com o calor ou o frio.
Muitos entram pelas portas desse fascinante mundo virtual em plena luz do sol e só se dão conta que já raiou um novo dia quando o sono avisa que a madrugada chegou.
Nesse mundo em que amigos imaginários se encontram, pouco importa a realidade de uns e de outros.
Eles não se conhecem, ou se conhecem pouco, mas trocam inúmeras informações, nem sempre verdadeiras, pois isso não tem tanta importância.
Vivem intensamente esse mundo, onde a imaginação tem asas...
Onde se pode fazer o que se deseja sem que ninguém saiba. Conectar-se com os mais variados assuntos e obter prazeres imaginários.
Poderíamos até dizer que para alguns esse mundo virtual é mais fascinante que a realidade.
Mas será que o uso desmedido desse recurso não está nos tornando insensíveis, falsos, viciados, promíscuos?
Será que não estamos navegando em águas sombrias e perigosas?
A Internet é um avanço importante para facilitar nossa vida e abrir novas portas de comunicação e integração entre criaturas.
No entanto, não surgiu para que fechemos a porta do mundo real.
Não surgiu para que evitemos o contato físico com nossos familiares, nossos vizinhos e amigos.
O mundo virtual, por mais atraente que seja, não tem calor, nem perfume, não tem a vibração da natureza, nem o brilho do sol.
É um mundo onde tudo é válido... Mas nem tudo é verdade.
Sem o contato pessoal não se pode perceber o apoio num sorriso, a compaixão num olhar, o calor de um aperto de mão, nem a docilidade de um gesto de ternura.
Quem se isola no mundo virtual acaba perdendo a sensibilidade e desenvolvendo a indiferença diante dos acontecimentos reais.
A Internet surgiu para abrir novas possibilidades em nossas vidas, e não para que nos isolemos em casa, fugindo da realidade para viver da imaginação.
Nossa caixa de mensagens pode estar abarrotada de beijos, abraços, bom dia e boa noite, feliz aniversário e outras felicitações... Virtuais.
Isso tudo pode ser deletado com apenas um clique ou com um defeito qualquer na máquina.
Mas quando um abraço aproxima dois corações e uma voz deseja um bom dia com convicção, os registros ficam gravados na alma, onde nada, nem ninguém, pode apagar.
Por todas essas razões, abra as portas e as janelas para que o sol penetre em sua vida.
Note os vizinhos... Eles podem estar precisando de alguém que lhes diga: "olá! Tenha um bom dia!"
Ouça o choro ou a gargalhada de seus irmãos. Eles são reais e não estão no mesmo lar que você por acaso.
Não se tranque em seu mundo virtual.
Sinta o perfume das flores...
Ouça o canto dos pássaros...
Ande na areia e deixe a espuma das ondas tocar seus pés...
Vivendo intensamente o mundo real, você perceberá que o mundo virtual terá outro significado em sua vida.
Um significado mais belo e mais abrangente.
Deixará de ser fim para ser um excelente meio de progresso.
Pense nisso!
Texto da equipe de Redação do Momento Espírita.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Barco sem rumo
Recordei meus sonhos de jovem.
Como você
também sonhei em mudar o mundo;
quantos planos maravilhosos
pareciam então perfeitos.
Nem precisava dormir para sonhar
e não compreendia
porque adultos são tão conformados.
Viver com tantos problemas
quando as coisas
são tão simples de resolver.
O Brasil era meu quintal
e o mundo minha rua.
Eu seria um homem importante
com certeza
afinal sábia professora
dizia: "menino inteligente".
Assim o mundo é meu.
Os anos passam rápidamente
e as desilusões se acumulam,
junto a uma vitória duas derrotas.
O mundo vai crescendo
e ficando grande demais,
complicado demais.
As soluções se dissolvendo
por infantis.
E sem que se perceba
pisamos sobre um terreno
que parecia tão longe,
tão fora da realidade,
chamado eufemisticamente
de "terceira idade".
Por alquimia do tempo
antigos sonhos
são hoje suspiros,
o mundo... já não se entende
deve ter enlouquecido talvez.
Onde a primeira namorada?
Ontem carregando seus livros
hoje ela estará cuidando netos.
E seus sonhos?
Terão se concretizado?
Ah! Quantas ilusões
dissolvidas pelo caminho
e o barco
que partiu com tantas esperanças
para conquistar o mundo
a porta agora em lugar nenhum ?
Texto de Leo.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Felicidade é uma caixinha
Felicidade é uma caixinha pequena que insistimos em guardar escondido para um dia usarmos. Todos os dias acordamos pertinho dessa caixa, mas com nossos sonhos mais loucos vamos guardando a caixinha nos lugares mais altos, cada vez mais longe de nossas mãos.
Algumas pessoas andam com essa caixinha nas mãos diariamente e quando encontram o primeiro obstáculo amassam a caixinha com reclamações e choro de quem nem ao menos tentou lutar.
Outras pessoas carregam a caixinha da felicidade na bolsa, usam como arma, na empresa, na escola e na rua com os amigos descarrega a caixinha mostrando seu melhor sorriso, mas quando chegam em casa, na hora do convívio com sua família guardam a caixinha e fecham a cara, o mau-humor é a sua marca registrada em casa.
Existem pessoas que carregam a sua caixinha de felicidade e nem sabem que a possuem, são os verdadeiros amigos, a pessoa amada, filhos, ou o emprego que elas não se cansam de reclamar. Só percebem que possuíam a caixinha da felicidade quando a perdem, quando conseguem afastar todos de sua vida porque passaram o tempo todo correndo atrás do "ouro dos tolos".
E tem aqueles que buscam encher a sua caixinha com um monte de tranqueiras numa corrida desesperada para encontrar em algum bem material a sua paz. Essas pessoas colocam na caixinha carros de luxo, apartamentos que nunca vão utilizar por completo, casas e mais casas que nunca vão morar, bebidas caríssimas, roupas que valem 500 cestas básicas, anéis e colares que nem cabem na caixinha. Acabam indo para o "caixão" sem poder levar nada de bom, nada de eterno...
E você? Onde você guarda a sua caixinha da felicidade? Ela anda sempre com você, ou você a coloca sempre nos lugares mais distantes? felicidade para você é viver este dia ou somente quando possuir aquela casa, aquele carro, aquela pessoa, aquele filho, aquele..., aquela, isso, aquilo.
Aprenda que a felicidade é uma caixinha, e está onde você quiser levar, use-a diariamente, seja educado, evite reclamações, ouça mais as pessoas, preocupe-se um pouco com o mundo a sua volta, descubra que todos tem problemas e as vezes bem maiores que o seu, esforce-se mais, lute mais um pouco, não desista, não permita que algo ou alguém roube a sua paz.
A felicidade é uma caixinha que você pode levar para onde quiser, se eu fosse você, não a largaria por nada desse mundo. Pense nisso.
Texto de Paulo Roberto Gaefke.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Aprendi e decidi
Nestes meus momentos de leitura e busca,encontrei este texto maravilhoso ,que nos diz muito.
Espero que gostem !!
Bjss com carinho
Eliane
E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de as superar.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde.
Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de"amigo".
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, "o amor é uma filosofia de vida".
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...
Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para tornar-se realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar...
Simplesmente durmo para sonhar.
Autoria de Walt Disney
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